Roteiro Romântico: Campos do Jordão

Quando chega o inverno e o paulistano deseja se cercar de uma certa atmosfera europeia, logo começa a sonhar com esse que é o município mais alto do estado. A 1.628 metros acima do nível do mar e apelidado de Suíça Brasileira, não seria exagero chamá-lo também de capital da Serra da Mantiqueira. Afinal, a cada mês de julho a Vila de Capivari, no centrinho, parece receber metade da cidade de São Paulo. Além do frio perto de zero grau e das araucárias que dominam a paisagem, os turistas chegam em busca da arquitetura inspirada nos Alpes, vista em residências e estabelecimentos comerciais.

Ponto alto da temporada, o Festival Internacional de Inverno leva ao belo Auditório Cláudio Santoro, e a outros palcos, conjuntos de música de câmara e grandes orquestras. Enquanto isso, as ruas estreitas veem, dia e noite, um desfile de pessoas de todas as idades por suas lojas de grife, bares e restaurantes – conseguir uma mesa na Baden Baden, para ver e ser visto, é ao mesmo tempo um desafio e programa clássico.

A boa e cara rede hoteleira da cidade ganhou um upgrade nos dois últimos anos, com a inauguração do Blue Mountain e o Le Renard. Em um saudável contraponto, a natureza da região atrai os amantes de esportes radicais. Agora, além da escalada da Pedra do Baú, há o cascading nos 60 metros da Cachoeira do Toldi e o campo de golfe do Centro de Lazer Tarundu.

COMO CHEGAR

De São Paulo, pegue o sistema Ayrton Senna-Carvalho Pinto (SP- 070) e entre na Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-123), que tem pista simples, com segunda faixa em trechos de subida. A estrada é bem-conservada e com bonita vista para um vale (uma parada no mirante do km 44, sentido Taubaté, rende boas fotos). Fique atento à neblina e, na alta temporada, redobre o cuidado por causa do tráfego intenso.

COMO CIRCULAR

A partir do portal de entrada, a Avenida Januário Miráglia, ladeada por uma ciclovia, cruza os bairros de Jaguaribe e Abernéssia até o centrinho turístico, a Vila Capivari. A melhor forma de circular por essa região é a pé – é quase impossível parar o carro na alta temporada (há estacionamentos particulares no entorno). Nas atrações mais afastadas, como o Horto Florestal e o Palácio Boa Vista, o jeito é chegar de carro ou táxi. Fique atento: a cobrança de estacionamento no formato “zona azul” foi implantada em algumas ruas de Abernéssia.

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